O Amazônia-1, o primeiro satélite de observação da Terre feito, integrado,
provado e operado pelo Brasil, foi lançado às 1:54 da manhã no horário de
Brasília, desde a missão PSLV-C5 da agência espacial na Índia na Indian Space
Reserch Organisation conhecida com a sigla (ISRO).
Ele será o terceiro satélite brasileiro de sensoriamento remoto em operação,
por seus antecessores, o CBERS-4 e o CBERS-4A, foram desenvolvidos pelo Brasil
com associação com a China.
O aparelho tem seis quilômetros de cabos e 14 mil conexões elétricas. É um
satélite de órbita solar sincrônica (polar) que gerará imagens do planeta a
cada cinco dias. Esses satélites são capaz de observar um alcance de
aproximadamente 850 km, com 64 metros de resolução. A vida útil do Satélite
Amazônia-1 é de quatro anos, e a mesma missão também prevê o lançamento de dois
satélites Amazônia-1B e Amazônia-2.
O SATÉLITE E A MISSÃO AMAZÔNIA
O satélite é parte da denominada
Missão Amazônia, criada para proporcionar dados de sensoriamento remoto com
fins de observar e monitorar a desmatamento, especialmente nas regiões
amazônicas. A missão também fará um seguimento da agricultura em todo o
território nacional, buscando atuar em sinergia com os programas ambientais
existentes.
"A Missão Amazônica consolidará o conhecimento do Brasil no
desenvolvimento integral de uma missão espacial utilizando satélites
estabilizados em três eixos, já que os satélites anteriores de tele detectação
foram desenvolvidos em cooperação com outros países", afirmou o Instituto
Nacional de Investigadores Espaciais (IMPE).
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