] Percy Fawcett - A Verdadeira História da Cidade Perdida de Z

Percy Fawcett - A Verdadeira História da Cidade Perdida de Z

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A expedição e o desaparecimento de Percy Fawcett no Amazonas no ano de 1925, e ninguém sabe ao certo o que aconteceu com ele.
e o enigma segue até hoje.
Criaram todo tipo hipóteses sobre seu desaparecimento, mais sabe se muito pouco sobre sua vida e o que fez continuar até o último momento na busca daquela Cidade perdida, a misteriosa Cidade Perdida Z.
Para alguns estudiosos pode ser a entrada de Akakor ou uma civilização perdida que não quer ter contato com ninguém do nosso mundo. 

Existe várias teorias sobre sua morte, e umas delas é que ele permaneceu na Cidade Perdida por vários anos, outros acreditam que ele ainda está vivo nessa cidade.
Outra teoria diz que ele foi morto pelos índios Morcegos no Amazonas.

Percy Fawcett foi uma pessoa iniciada no miticismo, seu irmão  Edward Douglas colaborou com Helena Blavastki em seu livro famoso "A Doutrina Secreta" e foi membro fundador da Sociedade Teosófica.

Percy Harrison Fawcett foi fundador da Royal Geographical Society de Londres e entre suas amizades prominentes conta o  lendário Sir Arthur Doyle.
Nasceu no ano de 1867 e em janeiro de 1909 se casou, mais isso não foi o impedimento para seguir na sua busca pessoal, mais ainda entre muitas viagens que lhe deram uma visão muito especial em sua vida, aprendeu topografia e também teve um filho que nasceu em Ceylan em 1903.

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Suas buscas o levou a Bolívia quando só Argentina naqueles anos tinha umas fronteiras claras e em essa viagem encontrou talvez esse encanto na America do Sul que o "enganou" totalmente.

Assim como depois da Primeira Guerra Mundial  terminou totalmente convencido que sua vida tinha que ser em terras da América do Sul, inclusive viajou como primeiro para Jamaica na onde levou sua família. 

Estava convencido que a Grã-Bretanha e toda a Europa era um continente em decadência e sem muito que oferecer; em mais de uma ocasião ele comentou para seus amigos, e tendo muitas vezes uma incompreensão e estranheza deles. 



 Fawcett estava convencido que existia uma Cidade Perdida em alguma parte do Amazonas, mais quando sua ideia começou a tomar forma e mais força do que nunca chegou a seus ouvidos sobre Francisco Raposo que relatou que no ano 1743 teve acesso a uma Cidade Perdida e não registrada quando se encontrava com seus homens buscando as Minas perdidas de Muribeca. 

Fawcett teve a oportunidade de ler um documento revelador que se encontrava na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, sobre a cláusula de Seção Manuscritos, obras rarar.

O documento  esta realizado  pelo Concanônico J.de La C. Barbosa que descreveu com todos os detalhes a expedição deste senhor de nome Roposo já que este lhe enviou a noticia al Virrey Don Luis peregrino de Carvalho Menezes de Athaide.
Não recebeu respostas de Virrey nem existe nenhuma prova que os monarcas portugueses tomaram alguma medida e desde então se perdeu no tempo, igualmente que ninguém sabe o que aconteceu com Francisco Raposo.
   
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Fawcett completamente convencido que este tal Francisco Raposa tinha tido o privilégio e a sorte de encontrar a Cidade ficou obsessionado, então desde o momento mesmo de ter conhecimento deste documento no interior de sua cabeça acreditou as raízes para uma expedição definitiva que de a luz ao inimiga de uma cidade totalmente desconhecida para o mundo civilizado.
Fawcett ainda apoiava suas ideias de umas figuras de cerâmicas e outros objetos que tinha encontrado em sua viagem para o Norte do Chile e sobretudo em uma imagens do alto que foi entregada por Sir H. Rider Haggard, imagem que tinha sido encontrada no Brasil e que possuía uma figura com uma placa no peito com um grande numero de caracteres. Mais de uma vez Fawcett expressou o respeito dessa figura.


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Fawcett acreditava que aquela figura possuía a características de transmitir corrente elétrica pelas extremidades cada vez que que era tocada, inclusive para sua explicação à Ciência da Psicometria muito pouco conhecida no Ocidente, a qual transmitia imagens e mensagens a distância, segundo alguns eruditos orientais daquele tempo.

 Em suas crenças o las convicções de Fawcett está a existência de uma raça de gigantes que viveu com na Terra e que tinha alcançado uns conhecimentos superiores e criado uma grande civilização tecnológica. Ao respeito disso se dizia:



"Tihanuanaco foi construída como Sacsaihuaman e grande parte de Cuzco por uma raça que manipulava pedras ciclopedias e que as esculpia  para ajustar tão perfeitamente que é impossível introduzir uma folha de um faca entre as juntas. Completando estas ruínas não é difícil acreditar na tradição que relata que foram levantada por gigantes.


O coronel Percy Fawcett com seu grupo no manantial de verde. Fawcett é o mais alto das personagens centrais. Seu grupo desapareceu sem deixar rastros no Mato Grosso.
Tomando em conta o anterior, e chegando ao conhecimento de Fawcett a existência do documento do Canônigo J. de La C. Barbosa, suas crenças e convicções se transformaram em obsessões e assim decidiu ir buscar essa Cidade Perdida, que el denomina como a Letra Z, que seguramente lhe daria muita respostas a suas inquietudes. 
  
O documento em si  nos fala que um tal Francisco Raposa que partiu com 18 colonos e que logo de muitas desventuras, mais além de uma zona pantanosa se encontrou com muitas montanhas dentadas.
Uma vez superadas essas montanhas observaram umas ranhuras e mas além da selva virgem. 

Enviou uma avançada indígena que regressaram dizendo ter encontrado todos os vestígios de uma cidade completamente solitária.

Aquela noite os expedicionários de Raposa não dormiram de Expectação. No outro dia a expedição entraram na cidade.


Primeiramente observaram uma enorme estrutura ciclópeia de 3 arcos de enormes losas, similar as de Sacsaihuman. No alto do arco central podia ver inscrições gastadas pelo tempo totalmente desconhecidas. Existia uma rua rodeada por edifícios de dois pisos, com bloques  de pedras sem juntura, de uma perfeição incrível.
A expedição de Raposa entrou na rua onde no centro tinha uma coluna colossal de pedra e sobre ela um estatua de um homem com uma mão de pedra negra e sobre ela outra apontando para o Norte.
Obeliscos esculpidos nas esquinas dos quatro cantos da praça davam um ar de majestade e poderio ao lugar misterioso.  


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Em umas desses lados se alcançava um magnifico edifício que era possivelmente um palácio.

A figura de um adolescente esculpida na entrada principal com caracteres e inscrições parecidas com os da Grécia Antiga.

Seguindo a rua se observava ruínas fundidas que dava toda a impressão de ser consequência de um grande terremoto. Também pode observar com um vestíbulo central.

Se encontraram uma moeda de ouro. Em umas das caras mostrava um esfinge de um jovem ajoelhado e na outra um arco, uma coroa, e um instrumento desconhecido.




O DOCUMENTO N° J-12


Este documento foi o acicate que lançou a Percy H. Fawcett na sua aventura. se pode encontrar na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Departamento "Revisão Publicações de Obras  Raras" Sessão Manuscritos. Foi publicado na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Volume I. ano de 1893. 
No ano 1987 o investigador argentino Hector Antonio Picco publicou quase integro em seu libro "Las Provas Materiales da Terra Hueca" Ed. particular. Ano 1987.

Segundo estudos posteriores do descrito por Raposo se deduz que não tinha ideia de onde se encontrava, já que segundo seu relato foi 50 milhas mais abaixo e se encontrou com um rio não identificado e pode divisar dois homens brancos em uma canoa. Logo que longo meses na selva apareceu por Paraguaçu.

Fawcett leu toda essa aventura de Francisco Raposa e documentos de outras pessoas e estudiosos chegando a conclusão que a descrição de Raposa era da famosa Cidade Perdida que muitos buscaram, embora também estava convencido não existia somente aquela cidade perdida, mas que existia muitas cidades perdidas.
Sua imaginação se adornou mais ainda quando no ano de 1907 Fawcett recebeu a confissão de um administrador de uma dependência de colectores de caucho, de origem francês que confessou: Meu irmão subiu pelo Tahuamanu em uma barco e um dia escutou dizer que estavam perto dos índios brancos.
De improviso ele e seus homens foram atacados por selvagens, completamente brancos, apostos, de cabelo vermelho e olhos azuis e que lutavam como demônio, e quando meu irmão matou a um deles os outros pegaram o corpo e fugiram com ele, as pessoas dizem que não existe tais índios que são mestiços mais quem os viram não pensa assim.

Todos esses relatos e experiências foram juntando e deram uma estrutura da atuação posterior de Fawcett em suas expedições.
Uma das mais perigosas aventuras que lhe tocou viver Fawcett ocorreu em 1913 e segundo suas próprias palavras ocorreu o seguinte:  
"Enquanto chegou da paz meu amigo Manley, nos despedimos e partimos até a fronteira brasileira. Atravessando a região dos índios Yanaiguas que as vezes atacam aos viajantes mais não nos vimos nenhum. Nas selvas baixas, mais além de San Ignácio, caminhamos seis dias seguidos através de água com lodo.

Passamos a estância San Diego, Logo da Selva San Matias e Villa Bella. Depois de andar 11 dias pelo rio Meuqens, nos encontramos com o Barón Erland Nordenskiold; quem em companhia de sua esposa investigava as tribos índias do Guaporé. A doze milhas até o Leste tinha umas colinas que o Barón considerava imprudente visitar, é seguída que ali existe tribo selvagens observou todos falam de canibais grandes.

"Eu ri e afirmei: logo vamos saber, pois vamos além, 

Carregados de pesos, deixamos o rio Meuqens e dias depois subimos a umas planícies pastosas, as primeiras colinas de Sera dos Precis."



Posteriormente entramos a uma selva e três semanas depois chegamos a um caminho largo que tinha muito transito Selvagens. Disse e nos encaminhamos pelo caminho novo. 

Depois de várias plantações chegamos a um claro, tinha duas cabanas em forma de colmeia. Enquanto observamos saiu um menino de cor de cobre com uma noz na mão e um machado na outra. Se sentou agachado e começou a martelar a noz. 

Tinha corrido para mi o véu do tempo, para revelar um aspecto do passado, uma olhada na pré-história. A noz se partiu, o menino fez um som de satisfação e colocou na boca. Fawcett assobio e advertiu grande alvoroto na tribo e instantes depois foi rodeado pelos homens com arcos e flechas. 




OUTRAS CONFIDENCIAS 


Segundo Tatunca Nara, existem três cidades habitadas ainda sem descobrir. Elas se chamam, Akakim, Akakor, e Akanis (nomes que traduzidos significam Fortaleza uno, Fortaleza dois e Fortaleza três respectivamente. 
Precisamente o chefe índio falou, que antes de chegar a Akakim, uma das cidades de seus antepassados, tinha uma montanha e três piramides oculta pela maleza e exuberante vegetação. Tempo depois foram descobertas essas piramides por uma expedição brasileira comandada por um arqueólogo de sobrenooem Brandão, e que anteriormente tinha suspeitado de "arruinar" as expedições estrangeiras.


 Por fim tinha aceitado nossa amizade e o chefe mesmo compartilhou nosso alimento. Pouco depois sube que este era o povo dos Maxubis, acredito que esse povo ao igual que muitos outros do Brasil descendia de uma civilização mais elevada. Em uma de suas aldeias tinha um homem perigoso de olhos azueis que não era um albino. 

Adoram ao sol e um o dois homens tem a obrigação de saludar todos os amanhecer ao Sol com vozes musicais. Era uma música de um povo desenvolvido, não de selvagens. Tinha nomes para todos os planetas e chamavam as estrelas de Vira Vira, curiosamente sugestivo  afirma Fawcett - com os Viracocha dos Incas ao Deus Sol.

Em todo sentido indicavam um estado superior mais que evolucionaram ao selvagismo. Os maxubis nos adivertiram sobre os Maricoxix, tribo de canibais que habitava mais ao Norte.

Esse relato aportou pelo mesmo Fawcett de uma ideia como se foi gastando dentro do explorador que uma supercivilização habitava em uma Cidade Perdida no enorme Amazonas, mais ainda quando no ano de 1920 na fazendo do Coronel Hermeregildo Galvano, encontraram um chefe índio da tribo Nafaqua, cujo território ficava entre os rios  Xingu e Tabatinga, assegurava conhecer a cidade que viviam os índios que falavam de casas iluminadas com estrelas que nunca se apagavam. Fawcett quando escutou essa afirmação do Coronel afirmou:



 "Esta foi a primeira, mas não a última vez que ouvi sobre as luzes permanentes, encontradas em casas antigas por essa civilização esquecida. Este meio descoberto pelos antigos ainda não foi redescoberto pelos cientistas hoje. "



Jack Fawcett, filho do coronel Fawcett, e Raleigh Rimell no campo do cavalo morto. De lá, é de onde os homens pensavam viajar para o noroeste do Xingu e de lá para a selva. Na última carta de Fawcett ele mencionou que sua esposa já estava preocupado com Rimell, que havia machucado as pernas e ligaduras ainda tinham.



Jack Fawcett, filho do coronel Fawcett, e Raleigh Rimell no campo do cavalo morto. De lá, é de onde os homens pensavam viajar para o noroeste do Xingu e de lá para a selva. Na última carta de Fawcett ele mencionou que sua esposa já estava preocupado com Rimell, que havia machucado as pernas e ainda tena bandas. Existem várias outras histórias, coleção de histórias e pedidos feitos por Fawcett para apoiar a existência desta cidade perdida que foi encontrada por Francisco Raposo em 1743. As descrições não estão autorizados a juntar-se a tempo de um número infinito de cidades misteriosas onde Os índios que tinham pele branca, cabelos loiros, eram até descritos com olhos azuis.



Outras histórias falou na região Congugy tinha encontrado descrições misteriosas nas rochas, o que era verdade e que até hoje não foram decifrados. Também chegou aos ouvidos de Fawcett uma história de um velho homem que anos atrás seguindo o rastro de um boi que havia se desviado de repente ele se viu em uma praça em uma grande cidade. Lá ele viu no centro a estátua de um homem alto e o velho totalmente fora de sua mente fugiu do lugar. Para substanciar a existência de uma cidade perdida entre a selva, Fawcett também prestou atenção a uma história em Morro Da Gloria estadia. Nesta história ele falou de um vira-lata do rio do Peixe que foi perdido na floresta da Serra Geval leste. Ele subiu uma colina e viu, ao chegar, uma planície com uma cidade com uma entrada de formas arqueadas. Ele também expressou esse mestiço de ter visto pessoas na cidade que o fizeram desistir de se aproximar dela.

 Todas estas histórias e lendas que no momento da Fawcett eram contínuas e descritos por muitas pessoas feitas talvez inconscientemente Fawcett mergulhar dentro e estava a caminho para encontrar uma civilização perdida. Muitas vezes ele expressou sobre a civilização olmeca que eram talvez uma raça tão antiga que teve contato com uma raça de gigantes desde que seus antepassados ​​se gabava de ter destruído o último dos gigantes na terra. Também com o toltecas que os identificava como um estranho para analisar suas características físico corrida: olhos azuis, cor acobreada pele, traços finos, etc., que o fazia parecer um povo transplantadas para aquele lugar cujas origens são desconhecidas.



A EXPEDIÇÃO FINAL E SEU DESAPARECIMENTO




Percy Fawcett levantou o dinheiro para financiar a expedição despertou o interesse de várias sociedades científicas e a venda dos direitos de suas histórias para o jornal Alliance norte-americano, livro de que temos extraído a maior parte dos diálogos e experiências com referência a personalidade de Fawcett.



Os componentes do exame final fosse seu filho Jack, que era um verdadeiro gigante de quase dois metros e alguns centímetros, desportista e naturalista por excelência, um amigo de Jack chamado Raleigh Rimell, é descrito como uma pessoa alegre, e que para o parceiro ideal com Jack, tão unidos uma amizade de muitos anos, e, finalmente, Percy Harrison Fawcett o mesmo. A expedição também incluiu vários portadores, 8 mulas e dois cães chamados Pastor e Chulim.



Bones expôs em um museu antropológico no Rio de Janeiro como restos de Fawcett. Eles foram encontrados em 1951, em uma cova rasa na selva. Fawcett possuir as palavras da expedição partiu do acampamento chamado Dead Horse localizado a 11 ° 43 'Sul e 54 ° 35' O. visita em primeira instância, a Torre de Piedra, monumento de pedra de origem desconhecida que era uma espécie de tabu as tribos próximas porque de acordo com histórias indígenas esta pedra emitia luzes estranhas à noite. Depois seguimos os rios Xingu e Araguaya e continuamos ao longo do leito até a latitude Norte 10 ° Sul. Passando por Santa María de Araguaya, os rios Tocantins em Pedro Alonso se cruzariam. A estrada seria registrada sob o paralelo 10 ° 30 'e 11 ° para o terreno elevado nos estados de Goiás e Bahia, totalmente desconhecido e habitada por tribos selvagens na região os anos. Fawcett acredita que neste local é possível encontrar alguns vestígios de cidades que são desconhecidos até agora (1925) e, possivelmente, ser a cidade que encontrou o personagem chamado Francisco Raposo em 1743. A localização desta cidade seria 11 de 30 "Sul e 42 ° 30" oeste. Outro filho de Fawcett chamado Brian, anos mais tarde, fazendo perguntas com pessoas envolvidas na floresta e ao mesmo governo brasileiro assegurados com certeza que essas coordenadas erradas e era impossível realizar a missão no âmbito destas orientações, muito menos em nove dias foi agendada a expedição de Fawcett. Mesmo os aviões que sobrevoaram esta região em nenhum momento detectaram nos últimos anos vestígios de cidades abandonadas.

 Jack, o filho que acompanhava Fawcett, descreve em seu diário de viagem uma série de eventos que nos dão alguma luz sobre a dificuldade da expedição.



Jack também coletamos várias histórias e mais histórias, com referência a um super-civilização que habitam estas terras remotas onde descrevem "ruídos de máquinas identificados como foguetes", "esqueletos gigantes animais desconhecido" "subindo para o céu bombas e, em seguida, caindo selva "" construções pré-históricas", etc., também fala das famosas cidades iluminadas com luzes que nunca saem, embora reconhecendo que não correspondem às coordenadas paralelas e eles usavam.



A LENDA DA UGHA MONGULALA


Entre as muitas lendas de "homens brancos" que vivem na Amazônia em uma cidade tão longe indetectável, não se pode deixar de mencionar a história pego por Ferninand Schmid, piloto de linha aérea Swissair, que na cidade de Manaus, último enclave civilizado Antes de entrar na selva, ele foi abordado por um índio que se identificou como Tatunca Nara, chefe dos Ugha Mongulala. Este indiano disse a ele que em 1939 a vila foi visitada por cerca de 3.000 alemães quando a guerra que ficaram e fundiu-se com o povo de sua tribo. O símbolo da suástica era comum entre os indígenas e trocaram conhecimento mútuo, segredos e tesouros também que esta tribo manteve durante séculos em troca deu aos alemães uma nova tecnologia para aplicar em caso de descoberta.

Esta fantástica história chegou aos ouvidos do jornalista Karl Brugger, que reuniu todo o pano de fundo do caso em um livro chamado "Chronicle of Akakor".

Para verificar essas histórias, várias expedições foram programadas, onde Erich Von Däniken estava até ligado, mas eventos infelizes sempre aconteciam no chão com todas as tentativas. O mistério é ampliada quando o maior difusor Akakor, Karl Brugger assassinado em 3 de Janeiro de 1984, em ruas do Rio de Janeiro e descobre que seu peito estava tatuado uma tartaruga igual que tinha Tatunca Nara.

Nós só temos que pensar que o alemão poderia fazer algum pacto com o chefe indiano para entrar no mistério de Akakor.



O desconhecido eo mistério deste gatilho expedição, quando se sabe que o mesmo Fawcett escreveu que não foram feitos esforços para encontrá-los até 1927 se nenhuma notícia da expedição, também tinha vendido todos os seus direitos para uma editora americana . Mais mistério é adicionado quando é determinado por especialistas que as coordenadas dadas por Fawcett eram impossíveis, uma vez que ele próprio teria percebido seu erro. Neste ponto, a possibilidade é considerada anos depois que o próprio Fawcett o fez deliberadamente com pleno conhecimento de seu erro com um propósito ainda não determinado. Essas hipóteses são reforçadas quando, dois anos após seu desaparecimento, seu filho mais novo Brian e um jornalista americano com o sobrenome Diostto conseguiram organizar uma expedição para aprender mais sobre esse desaparecimento.

Também foi possível detectar que os carregadores que transportavam a expedição não tinham desertado, como Fawcett havia expressado em suas duas últimas cartas enviadas por esses mesmos portadores ao acampamento de Caballo Muerto. Os porteiros disse que em um ponto que não pode determinar onde estava, Fawcett demitido e voltou para sua casa, querendo ficar sozinha com seus companheiros de expedição, oito mulas e cães portadores. Fawcett sabia claramente onde ele estava?



É claro que as duas últimas letras falar com um de expedição, Rimell, tinha sido gravemente mordido por carrapatos e lesões tinha severamente deteriorada, mas Fawcett, apesar de mostrar preocupação não desistir de sua missão e a expedição também definir.



O jornalista Diostto e o filho mais novo de Fawcett em 1928 conseguem contatar algumas tribos selvagens e conseguem ver um medalhão em um dos filhos de um cacique; um medalhão que pertencia a Fawcett, já que dizia nas costas "SILVER Cº". Eles também conseguem determinar outro objeto de Fawcett, um baú que ele certamente carregava consigo. A observação desses detalhes nos faz pensar que Fawcett deu-lhes a fim de ganhar a amizade dos cabeças das tribos, ou que a expedição correu a pior sorte quando se deparam com a terrível tribo dos murcegos eram canibais.



Além de todas estas conjecturas é o mistério de por que razão Fawcett dispensou seus portadores que foram essenciais para o sucesso da missão, e por tentar enganar com falsas coordenadas sua verdadeira localização.



Nos anos após 1927 são inúmeros testemunhos de pessoas que disseram ter encontrado com a British delirante perto da selva amazônica afirmando ser Fawcett, mas nenhum desses testemunhos tiveram uma confirmação precisa de suas famílias. Além disso, durante os anos subsequentes, também apareceram várias pessoas sensíveis que disseram ter recebido mensagens telepáticas de Fawcett. Nessas mensagens, ele expressou estar vivo e sem problemas de qualquer tipo.



Ao longo dos anos o mistério desta expedição ainda está de pé, e agora que a Amazon vai ser atravessado por estradas frias podemos entregar certos fatos que passaram muitos anos escondidos em seu ventre, e trazer para fora da cidade perdida que tanto sonhou Fawcett e quem deu a vida para encontrá-la.



FAWCETT ESTAVA ERRADO?


Muitas histórias de velhas, as mesmas histórias indígenas da Tatunca Nara e até mesmo histórias de BANDEIRAS  do século, foram confirmados ao longo do tempo ou, pelo menos, têm demonstrado uma base real e sustentável para investigar . Por exemplo:

- Em abril de 1973, a FUNAI descobre uma tribo de índios brancos no curso superior do rio Xingu.

- No mês de maio, durante um trabalho de pesquisa no Pico de Neblina, os guardas de fronteira estabeleceram contatos com alguns índios liderados por mulheres.

- Em junho de 1973, várias tribos indígenas foram vistas na região do Acre, que até então era considerada "livre de índios".

As razões dadas acima indicam que mesmo esta selva da Amazônia não nos contou tudo o que esconde em seus estranhos. Tempo ao tempo.

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